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A hipertensão arterial (HTA) é o problema de Saúde Pública mais impactante em Portugal, sendo responsável por elevado número de complicações cardiovasculares. Os valores da pressão arterial de cada indivíduo são determinados pela pressão com que o sangue circula nas artérias, em consequência do bombeamento que o coração efectua por pulsação. Assim, de cada vez que o coração se contrai (sístole), o sangue é expelido através da artéria aorta. À pressão máxima atingida neste ponto designa-se pressão sistólica (“tensão máxima”). Em seguida, a pressão dentro das artérias vai descendo à medida que o coração relaxa. A pressão mais baixa atingida é a chamada pressão diastólica (“tensão mínima”). A pressão ou tensão arterial de cada indivíduo varia a cada instante em resposta às diferentes actividades e emoções. É importante saber que, em alguns indivíduos, a pressão arterial aumenta no acto da medição, só pela presença do médico (reacção de alarme), sendo então chamada de “hipertensão de bata branca”. Por este motivo, é por vezes difícil ao médico decidir, numa única visita, se um determinado indivíduo é hipertenso. No entanto, a pressão arterial tem tendência a baixar para os valores habituais do indivíduo à medida que ele se habitua às manobras de medição e ao profissional de saúde, em visitas sucessivas. Torna-se por isso necessário, sobretudo quando se suspeita de “tensão alta”, que o doente faça a medição, regularmente.

 

Valores de referência no adulto

Hipertensão Igual ou superior a 14/9 cm Hg (ou 140/90 mm Hg)
Tensão Normal Igual ou inferior a 12/8 cm Hg (ou 120/80 mm Hg)
Pré-Hipertensão Faixa que vai dos 12 a 13,9 (120 a 139) para a pressão sistólica, e/ou 8 a 8,9 (80 a 89) para a diastólica.

 

A hipertensão arterial é uma doença crónica que afecta quase 25% da população adulta mundial, ou seja, um em cada quatro indivíduos. Em Portugal, atinge 42.1% dos indivíduos adultos, tendo apenas 11.2% a sua pressão arterial controlada!